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O projeto Cinoterapia foi implantado do Hospital São José de Maravilha no ano de 2017. A atividade desenvolvida por profissionais do hospital, com um animal que no princípio era o cão Jhoni dos bombeiros de Maravilha. Agora o projeto é desenvolvido com um coelho.

Despois do início da pandemia da Covid-19, o projeto ficou parado e agora com a diminuição dos casos da doença a ideia voltou a ser colocada em pratica. Na quarta-feira (13) e na quinta-feira (14), os pacientes receberam a visita da equipe formada pela assistente social Marizete Badia Fior, psicóloga Vanderléia da Costa, fisioterapeuta Munira Gonçalves Hopf e a enfermeira Diane Diesel, integrantes do Grupo de Humanização do Hospital São José, acompanhadas do animalzinho. “Os coelhinhos simbolizam a vida nova”, ressaltam as integrantes do grupo reforçando que o simples fato do coelho entrar na unidade hospitalar transforma e aproxima as pessoas. “Isso deixa o ambiente mais leve e a ideia do projeto é mostrar a humanização do atendimento”, destaca a assistente social. Conforme a Vanderleia outro ponto destacado pela equipe é a capacidade de empatia e a busca do bem estar do paciente no leito hospitalar. “Sendo uma das formas de estimular e facilitar a recuperação dos pacientes, e aos profissionais eleva a autoestima, alivia estresse e traz paz e tranquilidade a equipe”, reforça a psicóloga.

Depoimentos

Angélica Aparecida de Lima mãe da Agatha Sulzbacher de dois anos, naturais do município de São Miguel da Boa Vista, disse que ficou feliz com a presença do coelho. “A minha filha se distraiu e até esqueceu um pouco das dores que vinha sentindo, ela gostou tanto que queria levar o bichinho para casa”, declara.

José Carlos Machado Gomes de Maravilha internado a 14 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), conta que a iniciativa os pacientes da rotina. “Foi maravilhoso esse coelho aqui para nós, por que estávamos em uma rotina e com essa atitude muda o ambiente e isso é maravilhoso acontecer”, destaca. “Estamos felizes em poder realizar esse trabalho, é uma atividade que deixa todos descontraídos e procura fazer um ambiente mais leve para todos no dia-a-dia”, na opinião da enfermeira Diane Diesel.

Já a psicóloga Vandeleia disse que como o cachorro dos bombeiros não pode mais participar a alternativa foi buscar no coelho a paz e a tranquilidade que o cão também trazia para todos.